“Há um gap cultural sobre como a sociedade encara os temas éticos dentro e fora do tema de IA. No Brasil, ética ainda não é um tema muito discutido nas escolas e nas universidades: o que mais se observa são discussões civis, contratuais. Não se discute, por exemplo, se personalidade de um robô é uma boa ideia ou não. Dada a novidade do tema, existem poucas pessoas que estão se debruçando academicamente sobre IA, com um olhar crítico, o que dificulta ainda mais a produção nesse tema. Como o Brasil é muito incipiente nesses debates sobre ética e IA, ainda não temos muita produção nesse sentido. Vivemos num contexto de fetichização da tecnologia. Incorporamos novas tecnologias em nosso cotidiano sem termos uma visão crítica sobre elas, enxergando somente do ponto de vista da utilidade, sem pensar em questões de privacidade, segurança e até impactos éticos dessas novas tecnologias.” afirma Magrani.

Leia a entrevista na íntegra:

https://cetic.br/publicacao/ano-x-n-2-inteligencia-artificial-e-etica/

http://eduardomagrani.com/wp-content/uploads/2018/11/Panorama_outubro_2018-2.pdf

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