Doutor e Mestre em Direito Constitucional pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e Senior Fellow na Universidade Humboldt de Berlim, no Alexander von Humboldt Institute for Internet and Society.

Coordenador do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro (ITS Rio). Eduardo Magrani trabalha desde 2008 com Regulação da Internet, Políticas Públicas, Propriedade Intelectual e Direitos Fundamentais.

Pesquisador Associado na Law Schools Global League.

Professor das disciplinas de Direito e Tecnologia e Propriedade Intelectual em universidades renomadas como FGV, IBMEC, PUC-Rio e UERJ. Pesquisador e Líder de Projetos nas áreas de e-democracia, Internet das Coisas e Tecnologias Disruptivas no Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV (2010).

Sua pesquisa de Doutorado focou na regulação da Internet das Coisas e Inteligência Artificial, sob a ótica da proteção da privacidade e da ética.

Bacharel em Direito pela PUC-Rio, com intercâmbio acadêmico na Universidade de Coimbra (Portugal) e Université Stendhal-Grenoble 3 (França).

Advogado atuante nos campos de Direitos Digitais, Direito Societário e Propriedade Intelectual. Membro das Comissões de “Direito e Tecnologia da Informação”, “Ensino Jurídico” e “Aspectos Jurídicos do Empreendedorismo e das Startups” na OAB-RJ.

Magrani tem se empenhado fortemente nas discussões e processos democráticos relacionados à regulação da Internet no Brasil, participando da elaboração da primeira legislação abrangente sobre o tema: o Marco Civil da Internet. Eduardo coordenou na FGV o Projeto Access to Knowledge Brasil, participando das políticas de reforma da Lei de Direitos Autorais e de regulamentação da Internet no Brasil. É coordenador atualmente dos projetos “Creative Commons Brasil” e da Newsletter Internacional “Digital Rights: Latin America and the Caribbean”, conjuntamente com prestigiosas organizações latino-americanas.

Autor de diversos livros e artigos na área de Tecnologia e Propriedade Intelectual. Dentre eles os livros “Democracia Conectada” (2014), no qual discute os caminhos e os desafios para aprimorar o sistema democrático através da tecnologia, o livro “Digital Rights: Latin America and the Caribbean” (2017) e o livro “A Internet das Coisas” (2017).

Destaques em artigos.

A Internet das Coisas

A Internet das Coisas

A hiperconectividade e interação contínua entre diversos aparelhos, sensores e pessoas, alteraram a forma como agimos comunicativamente e tomamos decisões nas esferas pública e privada. Cada vez mais as informações que circulam pela Internet não serão mais colocadas na rede tão somente por pessoas, mas por Coisas e algoritmos dotados de inteligência artificial que trocam dados e informações entre si, formando um espaço de conexões de rede e informações cada vez mais automatizado. Observamos hoje a construção de novas relações que estamos estabelecendo com as máquinas e demais dispositivos interconectados permitindo que algoritmos passem a tomar decisões e a pautar avaliações e ações que antes eram tomadas por humanos. Essa ainda é uma cultura relativamente recente e implica em considerações éticas importantes tendo em vista os impactos cada vez maiores da comunicação algorítmica na sociedade.
Eduardo MagraniA Internet das Coisas