Por Chiara Teffé*. Acesse aqui a publicação original.

 

Cada vez mais, utiliza-se uma rede de objetos conectados que se comunicam e interagem com outros objetos e pessoas. É possível, inclusive, monitorar e gerenciar esses dispositivos, mesmo à distância, para aumentar a eficiência de sistemas e processos, além de melhorar a qualidade de vida da população. O incremento da utilização dessas funcionalidades e a incorporação da Internet of Things (IoT) na vida de adultos, adolescentes e crianças são visíveis. Relógios, geladeiras, leitores de digitais, vibradores sexuais, detectores de movimento, câmeras, peças de vestuário (conhecidas como wearables) e brinquedos infantis já se encontram conectados à Internet e presentes nas casas e corpos das mais diversas pessoas, enquanto empresas coletam dados sobre movimentos, preferências e hábitos de seus usuários. Para o bem e para o mal, entramos na era da hiperconectividade e vigilância.

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